Eu estava discutindo com uma amiga minha a razão do mal atendimento em diversos estabelecimentos e serviços.
E podemos olhar isso do aspecto sociológico.
Um atendende de loja, ao tratar mal um cliente, tenta inconscientemente (ou não) ocultar a sua insignificância. É uma forma de tentar se auto afirmar.
O mesmo pode ocorrer, por exemplo, com seguranças (ou até policiais) que usam da posição (ou da farda) para suprir sua lacuna existencial, inferioridade na pirâmide social e/ou sua baixa alto estima.
Mas o problema é: Uma pessoa na base da pirâmide social ao ser ruim em seu emprego e tentar descontar nos outros a sua própria frustação é uma prova de sua pobreza de espírito e pessoas pobres de espírito não são fadadas a evoluir.
O que fazer? Olhar no espelho e dizer: Eu não sou insignificante e sim eu ESTOU. E fazer de tudo para mudar. Que tal pegar nos livros e estudar? Há universidades públicas e bolsas para quem quer (e se dedica a isso). Há cursos profissionalizantes, oficinas, seminários...porque não?
Como falei em um post passado, a maior pobreza é a pobreza de espírito.
quinta-feira, 25 de março de 2010
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